Introdução à inteligência linguística
Linguagem é qualquer meio sistemático de comunicar ideias ou sentimentos através de escrita, sons, gráficos, gestos, etc. A inteligência lingüística está relacionada com o uso da linguagem. Sensibilidade para os sentidos das palavras e sua manipulação. Manifestam gosto pela literatura e pela escrita. Se comunicam bem oralmente e por escrito, inclusive são eficazes na ligação das ideias e tem facilidade na sua transmissão. Estes pensam utilizando palavras.
Pessoas que tenham uma maior capacidade de comunicação através de palavras, expressando-se bem tanto oralmente quanto na forma escrita, podem ser classificadas como tendo um maior desenvolvimento da inteligência linguística. Costuma se apresentar aos 2 anos de idade, quando a criança está no desenvolvimento da comunicação, porém esta inteligência vai se definindo ao longo da vida e depende muito dos estímulos que esta pessoa obtiver.
Os componentes centrais desta linguagem são uma maior sensibilidade para sons, ritmos e significados das palavras, além de uma percepção especial das funções da linguagem.
Possuem alto grau de atenção e grande sensibilidade para entender diferentes pontos de vista.
É uma inteligência atrelada ao lado esquerdo do cérebro. O lado mais lógico e racional.
Algumas prováveis características de alguém que tenha este tipo de inteligência mais desenvolvidas sejam: organização, sistematismo, gosto por leitura e escrita, boa comunicação, habilidade de raciocínio, boa verbalização, bons em debater e também boa memória.
Geralmente este tipo de inteligência é encontrada em pessoas que se desenvolveram em áreas como a escrita, o jornalismo, a poesia, desenvolvimento de roteiros, oratória, edição, publicidade… pessoas ilustres como Winston Churchill se encaixam neste tipo de inteligência. Caso esta inteligência não seja estimulada na infância, a pessoa pode encontrar empecilhos na hora de se expressar, comunicar o que deseja ou mesmo ter dificuldades na fala.
GARDNER, Howard. Inteligências Múltiplas: A teoria na prática. Trad. Maria Adriana Veríssimo Veronese. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
Este post é a tese. Leituras críticas e sínteses derivadas podem ampliar sua maturidade.