Capacitar gestores, líderes empresariais e profissionais a compreender e aplicar conceitos de inovação aberta, com foco na mensuração de práticas colaborativas e na utilização de indicadores
Introdução
O mundo enfrenta transformações constantes, e a inovação aberta emerge como uma estratégia essencial para empresas que buscam crescer de maneira colaborativa, eficiente e sustentável. Reconhecendo esse potencial, o Crieatividade.org está conduzindo uma pesquisa fundamentada nas diretrizes do Manual de Oslo (2018), com o objetivo de entender como as empresas aplicam e avaliam práticas de inovação aberta. Sua participação é crucial para mapearmos o cenário atual e criarmos ferramentas personalizadas que atendam às demandas do mercado, promovendo soluções práticas e inovadoras.
No Crieatividade.org, estamos realizando uma pesquisa com base nas diretrizes do Manual de Oslo (2018) para compreender como as empresas utilizam e mensuram práticas de inovação aberta. Sua participação é essencial para criarmos um panorama real sobre o tema e desenvolvermos ferramentas que atendam às necessidades do mercado.
O que é Inovação Aberta?
Inovação aberta é um modelo que valoriza a colaboração entre organizações, indivíduos e parceiros externos para desenvolver novos produtos, processos ou serviços.
Princípios da Inovação Aberta:
- Entrada de ideias externas: Parcerias com universidades, startups e fornecedores.
- Saída de ideias internas: Compartilhamento de tecnologias, patentes ou inovações.
- Cooperação mútua: Desenvolvimento conjunto de soluções com benefícios para todos os envolvidos.
Exemplo prático no setor de tecnologia utilizando chips e produtos feitos em casa:
"Uma startup de tecnologia pode colaborar com fabricantes de chips e universidades para desenvolver uma impressora 3D que utiliza microcontroladores programáveis, permitindo que indivíduos produzam circuitos eletrônicos básicos em casa. Enquanto a startup cria a interface amigável para usuários finais, a universidade contribui com pesquisas sobre eficiência energética e materiais inovadores, e os fabricantes de chips fornecem componentes otimizados para integrar funcionalidades avançadas ao produto."
Objetivo da Pesquisa
O objetivo principal da pesquisa é:
- Identificar como empresas de diferentes setores produtivos aplicam inovação aberta.
- Compreender as barreiras e desafios para mensurar essas práticas.
- Avaliar o interesse em serviços especializados para mensuração de inovação aberta.
Os resultados serão usados para desenvolver soluções personalizadas e ajudar empresas a potencializarem suas estratégias de inovação.
Estrutura da Pesquisa
A pesquisa aborda os seguintes pontos:
Identificação da Empresa:
- Categoria (micro, pequena, média ou grande empresa).
- Setor de atuação (agricultura, tecnologia, saúde, entre outros).
- Localização (cidade e país).
Práticas de Inovação Aberta:
- Frequência e tipos de parcerias realizadas.
- Mensuração de impacto das práticas de inovação aberta.
Necessidades e Interesse:
- Dificuldades enfrentadas para mensuração de práticas de inovação.
- Interesse em serviços que auxiliem nesse processo.
- Funcionalidades consideradas essenciais (relatórios personalizados, ferramentas digitais, workshops, etc.).
Disposição para Investir:
- Faixa de investimento ideal para sua empresa.
- Preferência por pacotes mensais ou pontuais.
Como Participar
- A pesquisa é simples e rápida, levando cerca de 5 minutos.
- Suas respostas serão analisadas de forma anônima.
- Contribua para a construção de ferramentas e relatórios que beneficiarão o mercado.
Link para a pesquisa:
https://forms.gle/RyPSEw6tVt9bK99B7
Contato e Agradecimento
E-mail de contato: crieatividade.org@gmail.com
Obrigado por participar! Suas respostas são fundamentais para o desenvolvimento de soluções inovadoras e personalizadas. Caso tenha marcado interesse, entraremos em contato em breve!
CHESBROUGH, Henry. Open Innovation: The New Imperative for Creating and Profiting from Technology. Boston: Harvard Business School Press, 2003.
ORGANISATION FOR ECONOMIC CO-OPERATION AND DEVELOPMENT (OECD). Oslo Manual 2018: Guidelines for Collecting, Reporting and Using Data on Innovation. 4ª ed. Paris/Eurostat: OECD Publishing, 2018. Disponível em: Oslo Manual 2018.
Este post é a tese. Leituras críticas e sínteses derivadas podem ampliar sua maturidade.