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Grande parte das políticas de inovação concentra-se em investimento financeiro, mas negligencia a estrutura organizacional do conhecimento. Plataformas que permitem registro contínuo de experimentação, documentação de processos e articulação entre teoria e prática podem ampliar a produtividade da pesquisa.
Ao transformar tempo aplicado em produção de conhecimento rastreável, cria-se um ambiente propício à inovação incremental e à aprendizagem coletiva. A organização por problemas concretos (como os ODS) pode servir como mecanismo de governança do conhecimento orientado à ação.
Assim, a capacidade tecnológica não é apenas resultado de capital físico, mas de capital cognitivo acumulado e compartilhado.
Referências
Romer (1990) - crescimento endógeno
Foray - economia do conhecimento
Stiglitz - assimetria de informação
Experiência prática com produção de conhecimento estruturado
Continuidade dialética
Como este conhecimento evolui:
Tese
Antítese
Síntese
Este post é a tese. Leituras críticas e sínteses derivadas podem ampliar sua maturidade.
Antíteses desta tese
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Sínteses geradas
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