Aprender a aprender, implementar a aprendizagem autodidata nas escolas e hábitos de sustentabilidade baseado na autonomia do sujeito.
Kaleb, professor de sociologia no ensino fundamental, criou um ambiente para incentivar a curiosidade e propôs o debate sobre determinado assunto entre os estudantes. Desse assunto surge objetos de interesse fomentado pela curiosidade dos estudantes acerca do que gostariam de aprender.
Se querem aprender algo relacionado à música, podem fazer suas pesquisas em toda internet e organizá-la no crieatividade.org com a finalidade de gerar uma postagem.
O professor pode motivar os estudantes para que criem suas próprias publicações acerca de um tema de modo que eles passem a investigar mais. Nesse processo a auto avaliação, a percepção do estudante sobre seu próprio material elaborado, e mesmo a gerência do orientador, o professor como gerente do processo de aprendizagem, são fundamentais para um bom produto de conhecimento.
Quando aprendemos a fazer algo, a atividade passa a ser como uma habilidade instalada. O conhecimento pode ser usado tanto para fins de uso pessoal, para matar uma curiosidade ou mesmo para geração de renda.
As atividades criadas dentro da plataforma fornecem sobretudo um auxílio fraterno, no suporte para que os indivíduos sejam autônomos e possam escolher livremente os seus objetos de interesse.
Como disse Paulo Freire em Pedagogia da Autonomia:
“Uma das tarefas essenciais da escola, como centro de produção sistemática de conhecimento, é trabalhar criticamente a inteligibilidade das coisas e dos fatos e a sua comunicabilidade. É imprescindível portanto que a escola instigue constantemente a curiosidade do educando em vez de “amaciá-la” ou “domesticá-la”. É preciso mostrar ao educando que o uso ingênuo da curiosidade altera a sua capacidade de achar e obstaculiza a exatidão do achado. É preciso por outro lado e, sobretudo, que o educando vá assumindo o papel de sujeito da produção de sua inteligência do mundo e não apenas o de recebedor da que lhe seja transferida pelo professor.” (FREIRE, 1996 p. 124)
Pedagogia da Autonomia - Paulo Freire
Este post é a tese. Leituras críticas e sínteses derivadas podem ampliar sua maturidade.