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Rede de Aprendizagem - Resumo sobre a conservação da biodiversidade no Brasil

Resumo sobre a conservação da biodiversidade no Brasil

Resumo
Social and environmental diagnosis Gráficos  Resumo 

O Instituto Chico Mendes de conservação da biodiversidade desenvolveu o Livro Vermelho que expõe a fauna brasileira ameaçada de extinção no ano de 2018 e as informações transmitidas são referentes ao volume 1.

 

Objetivo educacional

Transmitir informações que colaborem com a manutenção das espécies em extinção e informar os impactos da agropecuária para o meio ambiente.

Formato do Recurso
Imagens
Requisitos técnicos
Querer saber sobre espécies ameaçadas em extinção e suas causas.
Conteúdo

 A lista de espécies ameaçadas por ano de publicação das listas:

 

Espécies ameaçadas por grupos taxonômicos:

 

Das categorias que o Instituto Chico Mendes Avaliou

Extinto (EX) Um táxon é considerado Extinto quando não restam quaisquer dúvidas de que o último indivíduo tenha morrido. Um táxon está Extinto quando exaustivos levantamentos no habitat conhecido e/ou potencial, em períodos apropriados (do dia, estação e ano), realizados em toda a sua área de distribuição histórica, falharam em registrar a espécie. As prospecções devem ser feitas durante um período de tempo adequado ao ciclo de vida e forma biológica da espécie em questão. Quando há indícios de extinção da espécie, mas ainda não houve esforço de busca suficiente para afirmar que o último indivíduo tenha morrido, por precaução se considera a espécies como CR, mas com uma indicação de “possivelmente extinta”, ficando a notação como CR(PEX). Caso a espécies em questão possua população em cativeiro, a notação é CR(PEW).

Regionalmente Extinto (RE) Equivale a extinto no Brasil. Categoria para um táxon quando não há dúvida de que o último indivíduo potencialmente capaz de se reproduzir na região tenha morrido ou desaparecido da natureza, ou no caso de ser um táxon visitante, o último indivíduo tenha morrido ou desaparecido da natureza, na região. Táxon extinto há mais de 500 anos não precisa mais ser avaliado.

Extinto na Natureza (EW) Um táxon está extinto na natureza quando sua sobrevivência é conhecida apenas em cultivo, cativeiro ou como uma população (ou populações) naturalizada fora da sua área de distribuição natural. Um táxon está Extinto na Natureza quando exaustivos levantamentos no habitat conhecido e/ ou potencial, em períodos apropriados (do dia, estação e ano), realizados em toda a sua área de distribuição histórica, falharam em registrar a espécie. As prospecções devem ser feitas durante um período de tempo adequado ao ciclo de vida e forma biológica da espécie em questão.

Criticamente em Perigo (CR) Um táxon é considerado Criticamente em Perigo quando as melhores evidências disponíveis indicam que se cumpre qualquer um dos critérios para Criticamente em Perigo, e por isso considera-se que está enfrentando um risco extremamente alto de extinção na natureza.

Em Perigo (EN) Um táxon é considerado Em Perigo quando as melhores evidências disponíveis indicam que se cumpre qualquer um dos critérios para Em Perigo, e por isso considera-se que está enfrentando um risco muito alto de extinção na natureza.

Vulnerável (VU) Um táxon está Vulnerável quando as melhores evidências disponíveis indicam que se cumpre qualquer um dos critérios para Vulnerável, e por isso considera-se que está enfrentando um risco alto de extinção na natureza.

Quase Ameaçado (NT) Um táxon é considerado Quase Ameaçado quando, ao ser avaliado pelos critérios, não se qualifica atualmente como Criticamente em Perigo, Em Perigo ou Vulnerável, mas está perto da qualificação (se aproxima dos limiares quantitativos dos critérios) ou é provável que venha a se enquadrar em uma categoria de ameaça num futuro próximo.

Menos Preocupante (LC) Um táxon é considerado Menos Preocupante quando é avaliado pelos critérios e não se qualifica como Criticamente em Perigo, Em Perigo, Vulnerável ou Quase Ameaçado. Táxons de distribuição ampla e táxons abundantes normalmente são incluídos nesta categoria. Táxons raros e de distribuição restrita também podem ser classificados como LC, desde que não haja ameaças significativas. 

Dados Insuficientes (DD) Um táxon é considerado com Dados Insuficientes quando não há informação adequada para fazer uma avaliação direta ou indireta do seu risco de extinção, com base na sua distribuição e/ou estado populacional. Uma espécie nesta categoria pode estar bem estudada e a sua biologia ser bem conhecida, mas faltam dados adequados sobre a sua distribuição e/ou abundância. Classificar uma espécie nesta categoria indica que é necessário obter mais informações, mas que se reconhece a possibilidade de que ela possa estar ameaçada, e que pesquisas futuras poderão indicar uma categoria de ameaça.

Não Aplicável (NA) Categoria de um táxon considerado inelegível para ser avaliado em nível regional. Um táxon pode ser NA por não ser uma população selvagem ou não estar dentro da sua distribuição natural, ou por ser errante na região. Também pode ser NA porque sua proporção de ocorrência na região é muito pequena (normalmente < 1>

Até 2018 tinhamos 593 especies ameaçadas na mata atlantica.

 

 

Mapa com os biomas:

 

Vetores de ameaça aos animais:

Este gráfico acima nos informa que o maior vetor que ameaça as espécies é a agropecuária (592 espécies). O que nos leva a refletir sobre o nosso processo de produção agrícola e começar a pensar quais tipos de produções agrícolas favorece o desenvolvimento de espécies de animais. Seguindo da Expansão urbana (313), produção de energia (191), poluição (162), caça ou captura (147), queimadas (135), mineração ( 123) e turismo desordenado (111).

 

Vetores de pressão na Amazônia:

 

Vetores de Pressão na Caatinga:

 

Vetores de Pressão no Cerrado:

 

Vetores de Pressão na Mata Atlântica:

 

Vetores de Pressão no Pampa:

 

Vetores de Pressão no Pantanal:

 

Vetores de Pressão para espécies marinhas:

 

Unidades de Conservação para os animais ameaçados em extinção:

 

Dos mamíferos que estão em Unidades de Conservação:

 

Das aves que estão em Unidades de Conservação:

 

Dos répteis que estão em Unidades de Conservação:

 

Dos anfíbios que estão em Unidades de Conservação

 

Dos peixes continentais em Unidades de Conservação:

 

Dos peixes marinhos em Unidades de Conservação:

 

Dos animais invertebrados em Unidades de Conservação:

 

Dos invertebrados marinhos em Unidades de Conservação:

[p. 80] - “A existência de área protegida mantém a integridade de porções do habitat contribuindo para que o declínio populacional de determinadas espécies não seja muito severo. Não fossem as unidades de conservação, a situação de muitas espécies muito provavelmente seria mais grave. Se por um lado, espécies de ampla distribuição que sofrem com a pressão de caça ou com a perda de habitat podem entrar em categoria de ameaça mesmo estando protegidas em UC, por outro, muitas espécies de distribuição restrita são consideradas não ameaçadas exatamente por estarem presentes em alguma unidade.”

 

Sobre o Plano de Ação Nacional e espécies ameaçadas:

[p. 80] - “Os PANs passaram a ser usados com maior intensidade e amplitude a partir de 2007, com a criação do Instituto Chico Mendes, e atualmente possuem um papel importante na definição, organização e realização de ações para conservação de um número expressivo de espécies ameaçadas. Sua contribuição tem sido complementar às unidades de conservação, garantido algum grau de atenção às espécies, incluindo aquelas que não possuem populações em espaços naturais protegidos. 

Antes de 2007, um número muito reduzido de espécies era contemplado por planos de ação ou projetos de conservação. Não havia um esforço sistemático para conservação da fauna ameaçada, com o objetivo de reduzir o número de espécies em risco de extinção. A conservação era pautada pelo interesse em uma ou outra espécie e prevalecia o conceito de “espécies bandeira”, abordagem que justificava o seletivo esforço de conservação para um número reduzido de espécies. Tal narrativa não se sustenta mais. 

Os PANs têm foco taxonômico ou geográfico, e visam beneficiar aquelas espécies ameaçadas de extinção constantes na lista atual. Dos 1.173 táxons ameaçados, 645 estão atualmente inseridos em PANs elaborados entre os anos de 2007 e 2017 (Figuras 14 e 15). ”

Linha do tempo com número de espécies em PANs:

 

Grupos taxonômicos com PAN e sem PAN:

 

Obrigado

Referência Bibliográfica

2008. Livro vermelho da fauna brasileira ameaçada de extinção. Ministério do Meio Ambiente, Brasília, DF, v. 1., 495p.

Recursos de mídia
Não existe.
Autor

Thiago Santos da Silva
Criado em 06/10/2021
Atualizado em 30/12/2021
Idioma: Português
Afiliação
Kalki Produções
Tipo do Documento
Recurso Educacional
Público-alvo
  • Ensino Fundamental
Tipo de Inteligência
  1. Intelligence type naturalist
  2. Intelligence type logical mathematical
  3. Intelligence type interpersonal
Licença
Dialética
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