Medindo a Cooperação para inovação
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Medindo a Cooperação para inovação

Projeto de pesquisa com foco em de acordo com os estudos de matos; cassiolato e peixoto (2017,  p. 72), o processo de coop

O Manual de Oslo (OCDE, 2018) é uma fonte internacional de diretrizes para coleta e uso de dados sobre atividades inovadoras da indústria. A cooperação para inovação foi apontada pelo Manual de Oslo (OCDE, 2018, p. 132) como um tema importante de investigação em função dos fluxos de conhecimento empresarial de inbound (fluxos de entrada) e outbound (fluxos de saída), que são importantes para melhorar a eficiência das atividades de inovação das empresas. No Manual de Oslo foi possível identificar formas de mensurar a cooperação para a inovação nas empresas participantes do arranjo produtivo têxtil. 

 

Thiago Santos da Silva • Santa Maria - RS • Lógico-matemática • 16/10/2022
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Objetivo educacional

De acordo com os estudos de Matos; Cassiolato e Peixoto (2017,  p. 72), o processo de cooperação entre empresas é uma forma de intensificar e ampliar os potenciais impactos no APL. A investigação sobre

Conteúdo

Para Cardoso (2017) a cooperação é uma forma de contribuir em compras coletivas e a inovação aplicada de forma individual para o próprio crescimento das grandes empresas vinculadas à economia têxtil. O Manual de Oslo (OCDE, 2018), aborda a questão da cooperação para a inovação e tem como finalidade mensurar como as empresas cooperam para inovar. Este documento apresenta o conhecimento como “um dos recursos mais estrategicamente significativos para as empresas e a forma como ele é acessado e implantado é particularmente importante para as empresas envolvidas em atividades de inovação” (OCDE, 2018, p. 127). Portanto, o conhecimento é uma forma de recurso e que pode ser compartilhado entre os atores locais.

“O interesse nos fluxos de conhecimento decorre da observação de que o conhecimento é gerado, distribuído e usado por múltiplos atores de um sistema de inovação, como empresas, universidades, instituições públicas de pesquisa (PRIs), clientes como usuários de inovações de produtos e indivíduos. As empresas recorrem a fontes externas de conhecimento para suas atividades de inovação (Chesbrough. 2003; Dahlander e Gann, 2010). A informação também pode ser trocada, mas não é útil a menos que seja compreendida e transformada em conhecimento” (OCDE, 2018, p. 128).

O Manual de Oslo (OCDE, 2018) suscita a produção e compartilhamento de conhecimento por empresas, universidades, instituições públicas de pesquisa, clientes [das empresas] e indivíduos. Em vista de que o conhecimento é necessário para o aprimoramento dos processos produtivos e organizacionais nas empresas. O padrão para produtores do conhecimento mobiliza uma sociedade do conhecimento, enquanto que a contemporaneidade vivencia um padrão como sociedade da informação por conta dos excessos em informação e que não correspondem necessariamente ao conhecimento.

A inclusão das questões levantadas pelo Manual de Oslo (OCDE, 2018) tem como objetivo captar dados sobre os fluxos de conhecimento nas empresas têxteis que são localizadas nos municípios de Presidente Nereu, Vidal Ramos, Botuverá, Guabiruba, Brusque e Itajaí. Estes dados sobre os fluxos de conhecimento podem contribuir na análise de políticas e aos gestores de empresas a identificar oportunidades e restrições que afetam estes fluxos e a compreender como as empresas absorvem conhecimento externo. O conceito de fluxos de conhecimento pode ser interpretado como insumo para a inovação, em vista de que os esforços em pesquisa e desenvolvimento (P&D) tem como objetivo o estoque de conhecimento e este tem como objetivo gerar inovações. Portanto, o estudo sobre fluxos de conhecimento aplicado nas empresas têxteis tem como objetivo mensurar o grau de inovação aberta. 

A seção 6.3 do Manual de Oslo (OCDE, 2018, p. 129) propõe formas específicas para mensurar os fluxos em pesquisas sobre inovação. Tem como conceito de difusão da inovação: a abrangência do processo pelo qual as ideias sustentam as inovações de produtos e processos de negócios por outras empresas. Nesta visão, a adoção de um produto ou processo de negócios pode resultar em inovação pela empresa adotante se os produtos ou processos de negócios diferem significativamente daqueles oferecidos anteriormente pela empresa. Em alguns casos, a adoção pode substituir totalmente ou tornar obsoletos produtos e processos de negócios utilizados anteriormente. Os assuntos relacionados ao processo e resultados da difusão da inovação são de interesse da pesquisa porque a difusão amplifica os impactos econômicos e sociais de ideias e tecnologia, especialmente quando há sinergias e complementaridades em seu uso.

Sobre inovação aberta, o Manual de Oslo declara a importância dos fluxos de entrada de conhecimentos e fluxos de saída como forma de melhorar a eficiência das atividades de inovação das empresas (Kline e Rosenberg, 1986; Teece, 1986 apud Oslo, 2018, p. 132). O paradigma sobre “inovação aberta”, de acordo com Arora, Fosfuri e Gabardella (2001) “aumentou a conscientização sobre a natureza distribuída da produção e uso do conhecimento entre os atores e a importância de acessar o conhecimento de redes e mercados especializados” (OSLO, 2018, p. 132). O conceito de inovação aberta é útil por generalizar formas existentes e prospectivas de fluxos de conhecimento através das fronteiras das empresas ativas em inovação. O Manual de Oslo define o conhecimento de entrada como:

“quando uma empresa adquire e absorve conhecimento de de origem externa em suas atividades de inovação. E fluxos de saída quando uma empresa permite intencionalmente que outras empresas ou organizações usem, combine ou desenvolvam mais seus conhecimentos ou ideias para suas próprias atividades de inovação. Visto que a combinação de ambos possa ser considerada como "ambidestra" por Cosh e Zhang (2011)” (OCDE, 2018, p. 132).

De acordo com o Manual de Oslo (OCDE, 2018, p. 133), os fluxos de saída sobre a inovação aberta não apresentam estatísticas significativas e oficiais. O Manual aponta que as estratégias de saída são utilizadas por empresas para obter receitas através da venda ou licenciamento de seus conhecimentos ou invenções por empresas de serviços de conhecimento que forneçam pesquisa e desenvolvimento experimental (P&D). Para benefício da empresa inovadora, ela pode fornecer o direito de utilizar suas inovações sem nenhum custo com finalidades de aumentar o mercado da empresa.

O uso do conceito “aberto” em ciência e inovação (OCDE, 2018, p. 133) representa o fluxo de conhecimento relevante para a inovação através das fronteiras de organizações individuais. A noção de “aberto” não implica necessariamente que o conhecimento seja "grátis" ou isento de restrições de uso (livre), mas as restrições de preço e uso são condições importantes para o acesso ao conhecimento. Na seção sobre metodologia será abordada a temática de cooperação para a inovação com maior clareza e inclusa as questões que serão mensuradas entre as empresas.

4.2 - Cooperação para Inovação

Para compreender como ocorre a cooperação para inovação no arranjo produtivo têxtil destes municípios, o Manual de Oslo (OCDE, 2018, p. 135) sugere medir a divisão de esforços e mensurar as responsabilidades nos projetos de inovação. Busca-se, com a aplicação da pesquisa indicada, compreender como ocorre a divisão do trabalho nas atividades de inovação, com a intenção de adquirir capacidades necessárias e ativos complementares para suas atividades de inovação e a relação de outras empresas ou organizações no processo inovativo. Os conhecimentos de entrada para a inovação podem ser interpretados pela aprendizagem da equipe da empresa e os conhecimentos de saída como a produção do conhecimento exportado.

A primeira questão sobre cooperação para inovação identifica a maneira como as empresas coletam informações que podem levar à inovação, de fontes internas ou externas. Esta tabela aponta inovações que replicam o que já está em uso por outras empresas ou organizações e inovações totalmente desenvolvidas internamente. Busca-se compreender a estrutura que media as relações de conhecimento para a inovação, se o conhecimento está disposto para ser utilizado de maneira integral por outras empresas ou organizações. Esse processo facilita a aprendizagem dentro da empresa, o que significa acesso ao conhecimento. 

Questão 01: Sobre a medição da contribuição dos fluxos de conhecimento de entrada para a inovação

Alguma inovação de produto/processo de negócios da sua empresa foi

a) Replicada de produtos/processos de negócios já disponíveis de/para outras empresas ou organizações, com poucas ou nenhuma alteração adicional por sua empresa

b) Desenvolvida por sua empresa adaptando ou modificando produtos/processos de negócios disponíveis de/para outras empresas ou organizações, incluindo engenharia reversa

c) Desenvolvida com base substancialmente em ideias, conceitos e conhecimentos obtidos ou adquiridos de outras empresas ou organizações, diretamente ou através de intermediários

d) Desenvolvida como parte de um acordo de colaboração com outras empresas ou organizações, com todas as partes contribuindo com ideias ou conhecimentos

e) Desenvolvida principalmente por sua empresa por conta própria, desde a ideia até a implementação

A pergunta acima demonstra uma forma de coletar dados sobre o fluxo de informações para a realização de inovação em empresas e permite que sejam escolhidas mais de um item. Essa forma de interpretar inclui a Pesquisa & Desenvolvimento como contribuição para a inovação. A pergunta acima também diferencia a variedade de estratégias para fornecimento de conhecimento de entrada. Esta pesquisa identifica se “as inovações de serviço são mais ou menos propensas a exigir insumos externos do que as inovações de bens, e diferenças nas estratégias de fornecimento de conhecimento entre inovações de processos de negócios e inovações de produtos” (OCDE, 2018, p. 136).

Os resultados dessa questão qualificam se os fluxos de conhecimento de entrada tem ou não inovações novas para a empresa (NTF) ou novas para o mercado (NTM). As opções (b) e (c) são mais prováveis de serem inovações (NTM), enquanto as da opção (a) é mais provável que seja (NTF). A opção (e) foi incluída pelo manual para entrevistados que possam vir a subestimar o papel de outras empresas na inovação de sua própria empresa, nesta, as inovações são desenvolvidas principalmente internamente.

Na tabela a seguir, o Manual de Oslo recomenda identificar geograficamente as fontes de conhecimento e separá-las em fontes afiliadas e não afiliadas; separar os agregados familiares e seus membros que atuam nessa capacidade e outras organizações privadas sem fins lucrativos. O aspecto de localização geográfica que são do mesmo país pode ser subdividida em “fontes locais” e “fontes em outro lugar no mesmo país” e as fontes no “resto do mundo” podem ser subdivididas por continentes.

Questão 02: Fontes de fluxos de conhecimento de entrada para inovação

 DomésticoResto do Mundo
 Local/RegionalEm outro lugar no mesmo paísFora do país
a) Empresas comerciais
Empresas afiliadas
Outras empresas não relacionadas¹
   
b) Governo;
    Institutos de pesquisa do governo;
    Outros departamentos e agências governamentais
   
c) Ensino superior   
d) Privado sem fins lucrativos;
  Institutos privados de pesquisa sem fins lucrativos;
  Outras organizações privadas sem fins lucrativos;
  Famílias/indivíduos;
   

Fonte: Adapted from OECD (2015b), Frascati Manual 2015: Guidelines for Collecting and Reporting Data on Research and Experimental Development, http://oe.cd/frascati

Os fluxos de conhecimento de saída são as produções de conhecimento que partem da empresa para fora. O Manual de Oslo (OCDE, 2018, p. 137) informa que poucos exercícios de coleta de dados sobre fluxos de conhecimento de saída foram realizados. A desvantagem deste tipo de coleta é que os entrevistados podem não saber se o conhecimento de sua empresa foi usado na inovação de outra empresa. A questão 03 apresenta mecanismos diretos para fluxos de conhecimento de saída, essas perguntas de conhecimento de saída são relevantes para todas as empresas, independentemente de seu status de inovação”.

Questão 03: Medindo mecanismos diretos para fluxos de conhecimento de saída:

a) Contribuir para o desenvolvimento de produtos ou processos de negócios por outras empresas ou organizações (por exemplo, por meio de contratos de P&D ou consultoria, etc.).

b) Direitos de PI de licença, isoladamente ou em conjunto com um produto, para outras empresas ou organizações (inclui licenciamento sem custo, como parte de um contrato de licenciamento cruzado).

c) Receber royalties de licenciamento de direitos de PI.

d) Divulgação privada de conhecimento de uso potencial para inovações de produtos ou processos de negócios de outras empresas ou organizações, incluindo acordos de know-how.

e) Divulgação pública de conhecimento de uso potencial para inovações de produtos ou processos de negócios de outras empresas ou organizações, incluindo a divulgação de informações para padrões (OSLO, 2018, p. 138)

De acordo com o Manual de Oslo (OCDE, 2018, p. 137), a opção (a) da questão 03 é relevante para provedores de serviços de conhecimento profissional e especializado em todos os domínios, incluindo P&D, software, engenharia, design e serviços criativos. Os itens (b) e (c)  da questão 03 capturam as atividades de empresas em todos os setores que optam por extrair valor de seu conhecimento por meio de licenciamento ou fornecimento gratuito a outras partes. As informações sobre os fluxos de conhecimento de saída contribuem na interpretação de inovações de produtos relatadas para empresas nos setores de serviços profissionais e criativos. É possível que os participantes das empresas entrevistadas forneçam algum tipo de conhecimento aos clientes como uma forma de inovar em seus produtos. E captar dados sobre a receita obtida a partir dos fluxos de conhecimento de saída auxilia a pesquisa sobre a divisão dos esforços de inovação em todo o sistema.
Sobre a colaboração para inovação e co-inovação, o Manual de Oslo (2018. P. 138) faz menção às inovações que possam ser desenvolvidas por meio de colaboração e recomenda coletar dados sobre este método de inovação porque é importante para compreender o paradigma de inovação aberta. A questão a seguir envolve os tipos de colaboração ou parceiros de co-inovação e a localização dos parceiros de colaboração. É possível ainda incluir uma pergunta sobre que tipo de parceiro de colaboração forneceu a contribuição mais valiosa para as atividades de inovação da empresa. 

Questão 04: Tipos de parceiros de colaboração para inovação

 DomésticoResto do Mundo
 Local/RegionalEm outro lugar no mesmo paísFora do país
a) Empresas comerciais (afiliadas e não afiliadas);
Fornecedores (equipamentos, materiais, serviços);
Prestadores de serviços de conhecimento especializados;
Institutos de pesquisa comerciais (privados ou públicos);
Clientes (equipamentos, materiais, serviços); 
Concorrentes/investidores/outras empresas.
   
b) Governo; 
Institutos de pesquisa do governo;
Outros departamentos e agências governamentais.
   
c) Ensino superior   
d) Privado sem fins lucrativos;
Institutos privados de pesquisa sem fins lucrativos;
Outras organizações privadas sem fins lucrativos;
Famílias/indivíduos
   

Sobre as fontes de ideias ou informações para inovação, o Manual de Oslo (2018, p. 139-140) recomenda que as pesquisas coletem dados sobre a importância de uma ampla variedade de fontes de ideias e informações para a inovação. Algumas questões foram retiradas por perceber o desencaixe dos padrões da indústria têxtil com os as informações solicitadas pelo Manual de Oslo.
Sobre as barreiras e consequências indesejáveis dos fluxos de conhecimento, o Manual de Oslo (2018, p 141) afirma que estas existem devido a políticas, regulamentações e condições do mercado de trabalho. A questão 05 mensura dois tipos de desafios específicos aos fluxos de conhecimento. O primeiro aborda fatores que restringem a empresa de interagir com outras partes na produção ou troca de conhecimento. E a segunda inclui consequências indesejáveis de outras organizações usando o conhecimento produzido pela empresa. Esta segunda parte inclui violações dos direitos de propriedade intelectual da empresa, e estratégias legais que os concorrentes podem usar para explorar o conhecimento da empresa).

Questão 05 - Medindo barreiras e resultados não intencionais de interações de conhecimento

Desafios Possíveis itens

A. Barreiras

 

Fatores que restringem uma empresa de interagir com outras partes na produção ou troca de conhecimento
  • Perda de controle sobre o conhecimento valioso;
  • Altos custos de coordenação;
  • Perda de controle sobre a estratégia;
  • Dificuldade em encontrar o parceiro certo;
  • Dificuldade em estabelecer confiança;
  • Preocupações sobre acionar a aplicação da política antitruste;
  • Preocupações sobre funcionários vazando informações valiosas ou know-how;
  • Preocupações sobre os custos potenciais de solução de controvérsias;
  • Falta de tempo ou recursos financeiros suficientes.
B. Resultados não intencionais
Resultados indesejáveis ou não intencionais experimentados quando outros usam o conhecimento da empresa
  • Falsificação de produtos da empresa;
  • Violação da PI da empresa (incluindo direitos autorais);
  • Quebra de sigilo;
  • Violação de segurança na Internet;
  • Ser processado por violação de IP;
  • Processou outras partes por violação de PI;
  • Seu IP “projetado” por um concorrente;
  • O concorrente fez engenharia reversa dos produtos da sua empresa.



 

Questionário Cooperação para Inovação

Nesta parte serão realizadas as seguintes questões sobre cooperação para inovação:

Inovação 01 - Medição da contribuição dos fluxos de conhecimento de entrada para a inovação;

Inovação 02 - Identificar geograficamente a fonte de entrada de conhecimento para inovação;

Inovação 03 - A empresa contribui para a aprendizagem de outras empresas?

Inovação 04 - Tipos de parceiros de colaboração para inovação (endógeno):

Inovação 05 - Medindo barreiras e resultados não intencionais de interações de conhecimento;

Inovação 01: A sua empresa recebe conhecimentos externos de outras empresas ou organizações? (Pode escolher mais de um item):

a) Replicada de produtos/processos de negócios já disponíveis de/para outras empresas ou organizações, com poucas ou nenhuma alteração adicional por sua empresa

b) Desenvolvida por sua empresa adaptando ou modificando produtos/processos de negócios disponíveis de/para outras empresas ou organizações, incluindo engenharia reversa

c) Desenvolvida com base substancialmente em ideias, conceitos e conhecimentos obtidos ou adquiridos de outras empresas ou organizações, diretamente ou através de intermediários

d) Desenvolvida como parte de um acordo de colaboração com outras empresas ou organizações, com todas as partes contribuindo com ideias ou conhecimentos

e) Desenvolvida principalmente por sua empresa por conta própria, desde a ideia até a implementação

Inovação 02: Identifique geograficamente a fonte de entrada de conhecimento para inovação:

 DomésticoResto do Mundo
 Local/RegionalEm outro lugar no mesmo paísFora do país

a) Empresas comerciais;

Empresas afiliadas;

Outras empresas não relacionadas.

   

b) Governo;

Institutos de pesquisa do governo;

Outros departamentos e agências governamentais

   
c) Ensino superior   

d) Privado sem fins lucrativos;

Institutos privados de pesquisa sem fins lucrativos;

Outras organizações privadas sem fins lucrativos;

Famílias/indivíduos;

   

Inovação 03: A sua empresa contribui para a aprendizagem de outras empresas?

a) Contribui para o desenvolvimento de produtos ou processos de negócios por outras empresas ou organizações (por exemplo, por meio de contratos de P&D ou consultoria, etc.).

b) Tem direitos de PI de licença, isoladamente ou em conjunto com um produto, para outras empresas ou organizações (inclui licenciamento sem custo, como parte de um contrato de licenciamento cruzado).

c) Recebe royalties de licenciamento de direitos de PI.

d) Divulga, de forma privada, conhecimento de uso potencial para inovações de produtos ou processos de negócios de outras empresas ou organizações, incluindo acordos de know-how.

e) Divulga, de forma pública, conhecimento de uso potencial para inovações de produtos ou processos de negócios de outras empresas ou organizações, incluindo a divulgação de informações para padrões.

Inovação 04: Tipos de parceiros de colaboração para inovação (endógeno):

 DomésticoResto do Mundo
 Local/RegionalEm outro lugar no mesmo paísFora do país

a) Empresas comerciais (afiliadas e não afiliadas);

Fornecedores (equipamentos, materiais, serviços);

Prestadores de serviços de conhecimento especializados;

Institutos de pesquisa comerciais (privados ou públicos);

Clientes (equipamentos, materiais, serviços); 

Concorrentes/investidores/outras empresas.

   

b) Governo; 

Institutos de pesquisa do governo;

Outros departamentos e agências governamentais.

   
c) Ensino superior   

d) Privado sem fins lucrativos;

Institutos privados de pesquisa sem fins lucrativos;

Outras organizações privadas sem fins lucrativos;

Famílias/indivíduos

   

E que tipo de parceiro de colaboração forneceu a contribuição mais valiosa para as atividades de inovação da empresa. 

Inovação 05 - Medindo barreiras e resultados não intencionais de interações de conhecimento:

Desafios Possíveis itens
A. Barreiras - Fatores que restringem a empresa de interagir com outras partes na produção ou troca de conhecimento. 
Fatores que restringem uma empresa de interagir com outras partes na produção ou troca de conhecimento
  • Perda de controle sobre o conhecimento valioso;
  • Altos custos de coordenação;
  • Perda de controle sobre a estratégia;
  • Dificuldade em encontrar o parceiro certo;
  • Dificuldade em estabelecer confiança;
  • Preocupações sobre acionar a aplicação da política antitruste;
  • Preocupações sobre funcionários vazando informações valiosas ou know-how;
  • Preocupações sobre os custos potenciais de solução de controvérsias;
  • Falta de tempo ou recursos financeiros suficientes.
B. Resultados não intencionais - violações dos direitos de propriedade intelectual da empresa, e estratégias legais que os concorrentes podem usar para explorar o conhecimento da empresa;
Resultados indesejáveis ou não intencionais experimentados quando outros usam o conhecimento da empresa
  • Falsificação de produtos da empresa;
  • Violação da PI da empresa (incluindo direitos autorais);
  • Quebra de sigilo;
  • Violação de segurança na Internet;
  • Ser processado por violação de IP;
  • Processou outras partes por violação de PI;
  • Seu IP “projetado” por um concorrente;
  • O concorrente fez engenharia reversa dos produtos da sua empresa.

 

Referências

CASSIOLATO, José Eduardo. MATOS, Marcelo Pessoa de. LASTRES, Helena M. M. LEMOS, Cristina. ARROIO, Ana. Introdução. RedeSist 20 anos: cooperando, criando conceitos, influenciando políticas e acumulando aprendizados. In: Arranjos produtivos locais: referencial, experiências e políticas em 20 anos da Redesist / organização Marcelo Pessoa de Matos ... [et al.]. - 1. ed. - Rio de Janeiro: E-Papers, 2017. 


CARDOSO, Amilton Fernando. Arranjos Produtivos Locais: Análise das condicionantes territoriais e seus indicadores de desempenho. Brusque, SC. Editora Unifebe, 2017.

ORGANIZAÇÃO PARA A COOPERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO (OCDE). Manual de Frascati: Proposta de práticas exemplares para inquéritos sobre investigação e desenvolvimento experimental. Coimbra: OCDE, 2015. 7ª Edição, capítulo 3.

_______. Manual de Oslo: Diretrizes para a coleta e interpretação de dados sobre inovação. 4 Edição. Paris: OCDE, 2018.

Continuidade dialética
Como este conhecimento evolui:
Tese Antítese Síntese

Este post é a tese. Leituras críticas e sínteses derivadas podem ampliar sua maturidade.


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Tipo de documento: Parte ou Capítulo de Livro
Formato: Textual
Requisitos técnicos:
Conhecimentos básicos de economia e inovação;Interesse em pesquisar a cooperação para inovação
Status: Publicado
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Apoio de IA: Não