Severity: Warning
Message: Attempt to read property "mediaImage" on array
Filename: include/header.php
Line Number: 65
Backtrace:
File: /home2/crieativ/public_html/application/views/posts/include/header.php
Line: 65
Function: _error_handler
File: /home2/crieativ/public_html/application/views/posts/view.php
Line: 13
Function: view
File: /home2/crieativ/public_html/application/controllers/public/Posts.php
Line: 281
Function: view
File: /home2/crieativ/public_html/index.php
Line: 315
Function: require_once
Severity: Warning
Message: Attempt to read property "mediaImage" on array
Filename: include/header.php
Line Number: 74
Backtrace:
File: /home2/crieativ/public_html/application/views/posts/include/header.php
Line: 74
Function: _error_handler
File: /home2/crieativ/public_html/application/views/posts/view.php
Line: 13
Function: view
File: /home2/crieativ/public_html/application/controllers/public/Posts.php
Line: 281
Function: view
File: /home2/crieativ/public_html/index.php
Line: 315
Function: require_once
A pesquisa proposta investiga a cooperação interorganizacional e seu impacto na inovação e no desenvolvimento econômico, considerando as novas tecnologias e o ciberpoder. Examina a evolução conceitual do poder na esfera externa, reconhecendo a necessidade de reorganizar conceitos conforme a realidade e os recursos mudam. Destaca a importância das novas tecnologias cibernéticas e o surgimento de atores não estatais na dinâmica do poder no século XXI. Considera as especificidades do território brasileiro e dos países periféricos na nova ordem mundial. Enfatiza a importância da inovação e propõe a exploração dos Recursos Educacionais Abertos como impulsionadores do desenvolvimento econômico endógeno. Utiliza referências da RedeSist, Pierre Bourdieu, literatura econômica evolucionária e teoria de desenvolvimento endógeno. Visa tornar contribuir de maneira prática e teórica para a formulação de políticas e estratégias para promover uma sociedade colaborativa, inclusiva e equitativa.
O objetivo educacional do material é investigar a cooperação interorganizacional e seu impacto na inovação e no desenvolvimento econômico, considerando as novas tecnologias e o ciberpoder. A pesquisa busca
Introdução:
A discussão conceitual sobre o poder na esfera externa tem evoluído à medida que as Relações Internacionais amadurecem como área de conhecimento. Ao longo do tempo, tem se percebido a necessidade de reorganizar conceitos e esforços teóricos à medida que os recursos e a realidade existente se transformam em capacidades e ameaças factíveis. No século XIX, a coexistência de recursos de poder econômico e militar foi percebida como determinante das dinâmicas interacionais. No entanto, ao longo do século XX, houve uma transição para um cenário em que os recursos militares desempenharam um papel crucial como medida do poder nacional, em um contexto de conflito e dissuasão sem precedentes.
No século XXI, as implicações do uso tradicional dos recursos de poder, juntamente com o surgimento de novos atores não estatais e a adoção generalizada de tecnologias de informação e comunicação (TIC), têm levado a uma nova transição no pensamento e na mensuração do poder. Nesse contexto, esta pesquisa se propõe a problematizar os novos pilares do poder estatal no século XXI e investigar como as novas tecnologias cibernéticas influenciam essa dinâmica, bem como a ascensão de novos polos de poder não estatais no sistema internacional.
Essa interação pode comprometer a humanidade de forma insustentável, afetando a liberdade individual, a privacidade, a estabilidade internacional e a busca pelo desenvolvimento sustentável. A literatura destaca a desorganização energética decorrente da produção e geração de resíduos poluentes, que impactam negativamente o ambiente natural. Portanto, para enfrentar esses desafios, é necessária uma abordagem prática que integre o desenvolvimento socioeconômico com a preservação ambiental, papel interpretado pelos recursos educacionais abertos como meio de estimular a quebra de paradigmas por meio do conhecimento.
Nessa linha de pesquisa, destaca-se a importância dos Recursos Educacionais Abertos (REA) no processo de desenvolvimento econômico endógeno nos países. O desenvolvimento endógeno é impulsionado pela aplicação do conhecimento aos processos produtivos, pela utilização das economias externas geradas nos sistemas produtivos e nas cidades, e pela iniciativa e controle exercidos pelos atores locais e pela sociedade civil na transformação de regiões e cidades. Essa abordagem se contrapõe à lógica da globalização, enfatizando o papel do conhecimento e dos trabalhadores em contraste com o capital. Portanto, é crucial explorar não apenas os aspectos filosóficos e políticos dos REA, mas também sua contribuição para o desenvolvimento econômico.
Além disso, é importante ressaltar a necessidade de novos referenciais de ensino, pesquisa e políticas para abordar as especificidades do território brasileiro e discutir os desafios enfrentados pelos países periféricos na nova ordem mundial, enfatizando a importância de compreender as interações entre desenvolvimento e conhecimento. A pesquisa também destaca a importância da inovação para o desenvolvimento econômico (RAPINI et al., 2021), demonstrando a relevância da relação institucional, sobretudo no compartilhamento de conhecimento.
Nesse sentido, a pesquisa busca explorar os Recursos Educacionais Abertos (REA) como um componente essencial para promover o desenvolvimento econômico endógeno nos países. O desenvolvimento endógeno é impulsionado pela aplicação do conhecimento aos processos produtivos, pela utilização das economias externas geradas nos sistemas produtivos e nas cidades, e pela iniciativa e controle exercidos pelos atores locais e pela sociedade civil na transformação de regiões e cidades (BARQUERO, 2002). Essa abordagem se contrapõe à lógica da globalização, enfatizando o papel do conhecimento e dos trabalhadores em contraste com o capital.
Dessa forma, a pesquisa pretende explorar não apenas os aspectos filosóficos e políticos dos REA, mas também sua contribuição concreta para o desenvolvimento econômico. Para embasar teoricamente o estudo, será utilizada a bibliografia da RedeSist (CASSIOLATO e LASTRES, 2017), reconhecida como referência em Arranjos Produtivos e Inovativos Locais, a fim de garantir a solidez do arcabouço conceitual. Além disso, serão empregados conceitos de Pierre Bourdieu, da literatura econômica evolucionária e da teoria de desenvolvimento endógeno, de maneira geral, com o intuito de avançar no conhecimento sobre os Recursos Abertos e seu potencial para fortalecer as comunidades e promover o desenvolvimento econômico endógeno.
A pesquisa também enfatiza a importância da inovação para o desenvolvimento econômico, reconhecendo a necessidade de novos referenciais de ensino, pesquisa e políticas. Nesse sentido, é fundamental compreender as interações entre desenvolvimento e conhecimento, e como a colaboração interorganizacional pode impulsionar a inovação e o desenvolvimento econômico. A literatura da RedeSist destaca a importância da relação institucional e do compartilhamento de conhecimento para impulsionar a inovação e o crescimento econômico.
Portanto, a pesquisa busca responder à pergunta central: "Qual é o impacto da cooperação interorganizacional na inovação e no desenvolvimento econômico?". Através da análise dos Recursos Educacionais Abertos, dos conceitos de desenvolvimento endógeno, das contribuições de Pierre Bourdieu e da literatura econômica evolucionária, a pesquisa pretende oferecer insights sobre como fortalecer as comunidades, promover a sustentabilidade e estimular uma administração local mais eficiente. Ao explorar o conceito de aberto em diferentes disciplinas e propor a criação e aprimoramento de sistemas comunitários baseados no compartilhamento de recursos e no acesso aberto às informações, espera-se contribuir para a construção de uma sociedade colaborativa e inclusiva, na qual o conhecimento e o desenvolvimento econômico sejam acessíveis a todos.
A pesquisa também reconhece a importância das especificidades do território brasileiro e dos países periféricos na nova ordem mundial. Esses países muitas vezes enfrentam desafios distintos em termos de desenvolvimento, acesso a recursos e inserção nas cadeias globais de valor. Portanto, é crucial considerar esses aspectos ao explorar os Recursos Educacionais Abertos como impulsionadores do desenvolvimento econômico endógeno.
Ao investigar a relação entre os Recursos Educacionais Abertos, a cooperação interorganizacional, a inovação e o desenvolvimento econômico, a pesquisa busca fornecer insights práticos e teóricos que possam ser aplicados na formulação de políticas e estratégias. Isso envolve a identificação de melhores práticas para a criação, compartilhamento e uso de recursos educacionais abertos, bem como a compreensão dos mecanismos que impulsionam a cooperação entre diferentes atores, como governos, instituições acadêmicas, setor privado e sociedade civil.
Ademais, a pesquisa busca contribuir para a construção de uma sociedade mais equitativa e sustentável, na qual o acesso ao conhecimento e a oportunidades de desenvolvimento não estejam limitados por barreiras geográficas, socioeconômicas ou educacionais. Os Recursos Educacionais Abertos têm o potencial de democratizar o acesso à educação e ao conhecimento, permitindo que indivíduos e comunidades se capacitem e participem ativamente do desenvolvimento econômico.
Objetivo geral da pesquisa:
O objetivo geral da pesquisa é investigar como a cooperação interorganizacional contribui para a inovação e o desenvolvimento econômico.
Objetivos específicos:
Metodologia:
A metodologia proposta para a realização da pesquisa visa compreender a produção de conhecimento por empresas e instituições de ensino, com foco na cooperação interorganizacional, inovação e desenvolvimento econômico. Para fortalecer o método, serão realizados os seguintes aprimoramentos:
Revisão bibliográfica:
Será realizada uma revisão bibliográfica abrangente sobre os Arranjos Produtivos e Inovativos Locais e a teoria de inovação aberta (Britto, 2021; OCDE, 2018), com ênfase na compreensão das empresas como setores produtivos e na importância da cooperação para a inovação. Além disso, será investigada a aplicação da teoria de Pierre Bourdieu, especialmente a Estrutura Estruturante, para compreender as práticas de compartilhamento em empresas e instituições de ensino que utilizam recursos comuns. Essa revisão bibliográfica embasará teoricamente o estudo e fornecerá um arcabouço conceitual sólido.
Instrução quanto ao uso da plataforma para produção e compartilhamento de conhecimento:
Serão selecionados um conjunto de empresas e instituições de ensino interessadas em inovar e que demonstrem capacidade de utilizar recursos educacionais abertos. Essas instituições serão instruídas por meio de práticas de instrução, com o objetivo de capacitá-las a utilizar a plataforma crieatividade.org para a produção e compartilhamento de conhecimento abertamente. As instruções serão realizadas por meio de sessões informativas, treinamentos e suporte remoto utilizando ferramentas como WhatsApp e Google Meet.
Metodologia de avaliação do progresso das empresas e instituições na inovação aberta em Fluxos de Saída.
A avaliação do progresso das empresas e instituições em relação à inovação aberta no contexto dos Recursos Educacionais Abertos (REA) envolve a definição de objetivos e indicadores específicos. Esses indicadores permitem mensurar o progresso em relação a metas estabelecidas, como o número de recursos educacionais licenciados, o alcance e impacto desses recursos, e o estabelecimento de parcerias estratégicas. A coleta de dados é realizada através de diversas fontes, como registros internos, relatórios, dados públicos, pesquisas e entrevistas.
A análise dos fluxos de conhecimento de saída envolve a compreensão dos recursos educacionais licenciados, compartilhados ou utilizados por outras empresas ou organizações, e a avaliação do impacto desses fluxos na inovação externa. A colaboração com parceiros externos e a ocorrência de co-inovação são medidas, identificando os parceiros envolvidos nas parcerias de inovação aberta relacionadas aos REA e avaliando os resultados alcançados por meio dessas colaborações.
Os resultados obtidos são comparados com os indicadores definidos, identificando áreas de melhoria e oportunidades de aprimoramento. Recomendações e ações são elaboradas com base nos resultados, visando melhorar a implementação da inovação aberta relacionada aos REA e fortalecer os fluxos de conhecimento de saída. A implementação de políticas, processos e iniciativas que facilitem esses fluxos de conhecimento é essencial.
Essa metodologia de avaliação permite monitorar o progresso das empresas e instituições, identificar oportunidades de melhoria e impulsionar a inovação aberta no campo educacional. É importante adaptar a metodologia às necessidades específicas de cada contexto e realizar avaliações periódicas, promovendo uma cultura de inovação aberta contínua. A aprendizagem e a adaptação contínua são fundamentais para aprimorar as estratégias de inovação aberta e maximizar os benefícios dos fluxos de conhecimento relacionados aos REA.
Análise e interpretação dos dados coletados:
Será realizada uma análise dos dados coletados durante a pesquisa, utilizando tanto a revisão bibliográfica quanto os resultados da instrução e da avaliação das empresas e instituições. Essa análise visa tornar compreensível aspectos práticos e teóricos que possam ser aplicados na formulação de políticas e estratégias. Serão identificadas as melhores práticas para a criação, compartilhamento e uso de recursos educacionais abertos, bem como os mecanismos que impulsionam a cooperação entre diferentes atores, como governos, instituições acadêmicas, setor privado e sociedade civil.
Material, fontes ou produtos de análise:
i) Compreensão da cooperação interorganizacional:
A RedeSist, por meio de seus estudos e contribuições analíticas, enfoca as relações interorganizacionais nos processos produtivos e inovativos locais. Ao explorar os estudos da RedeSist, é possível perceber como a cooperação entre organizações pode impulsionar a inovação e o desenvolvimento econômico em um contexto territorial.
ii) Dimensão local do conhecimento e inovação:
A RedeSist considera a dimensão local dos processos de geração, uso e difusão do conhecimento e da inovação. Isto é relevante a pesquisa, pois investiga-se como as novas tecnologias cibernéticas influenciam o poder estatal e o surgimento de pólos de poder não estatais. Compreende a importância da dimensão local na geração e aplicação do conhecimento e seus processos no século XXI.
iii) Políticas sistêmicas de produção e inovação:
A RedeSist propõe políticas sistêmicas de produção e inovação, visando à cooperação entre diferentes atores econômicos, políticos e sociais. Esta abordagem contribui na investigação do papel do Estado na construção de capacidades no contexto das novas tecnologias. Ao explorar as políticas propostas pela RedeSist, percebe-se como o Estado pode promover a cooperação e impulsionar o desenvolvimento econômico por meio da inovação.
A pesquisa se beneficia da revisão bibliográfica sobre inovação aberta com autoria de Britto (2021) para investigar a importância da cooperação interorganizacional para a inovação e o desenvolvimento econômico. Britto (2021), por sua vez, se fundamenta no capítulo 6 do Manual de Oslo (OCDE, 2018) para mensurar a inovação aberta em empresas, ou seja, a produção de conhecimento licenciada abertamente. A pesquisa abrange a compreensão dos novos pilares do poder estatal na era digital, o papel dos Recursos Educacionais Abertos no desenvolvimento econômico local e a análise da cooperação entre organizações para impulsionar a inovação. Por meio do compartilhamento de recursos e conhecimentos, busca-se encontrar soluções efetivas para os desafios do século XXI, contribuindo para o desenvolvimento sustentável e fortalecendo as comunidades.
i) Estrutura Estruturante:
Bourdieu introduz o conceito de "Estrutura Estruturante", que se refere às estruturas sociais que moldam o comportamento e o pensamento dos atores. Ao aplicar essa teoria ao contexto da cooperação interorganizacional, é possível explorar como as estruturas sociais influenciam as práticas de compartilhamento entre as organizações.
ii) Habitus:
Bourdieu desenvolve o conceito de "Habitus", que se refere às disposições internalizadas pelos atores sociais em virtude de sua posição e experiências sociais. Ao considerar o habitus das organizações envolvidas na cooperação interorganizacional, é possível investigar como as experiências passadas, práticas estabelecidas e estruturas de poder afetam a disposição para produzir conhecimento, cooperar e inovar.
iii) Campo:
Bourdieu propõe o conceito de "Campo" como um espaço social estruturado no qual as organizações interagem e competem. Ao analisar o campo em que ocorre a cooperação interorganizacional, é possível identificar as dinâmicas de poder, as relações de concorrência e as estratégias adotadas pelas organizações. Isso ajudará a compreender os desafios e as oportunidades enfrentados pelas organizações na busca da inovação e do desenvolvimento econômico por meio da cooperação.
iv) Capital social:
Bourdieu aborda o conceito de "capital social", que se refere às redes de relacionamento, recursos sociais disponíveis para os atores e sua relação de confiança. Ao considerar o capital social das organizações envolvidas na cooperação, é possível voltar-se para os pontos gerados pelas publicações da determinada empresa ou instituição. Quanto mais publicações em conhecimentos publicados, mais valor simbólico como capital social a empresa acumula.
A utilização da plataforma pode ser aplicada como projeto de extensão, em detrimento do compartilhamento de conhecimento. Neste processo é necessário instruir empresas e instituições selecionadas para capacitar usuários destas empresas no uso da plataforma crieatividade.org. Essa plataforma pode ser utilizada para a produção e compartilhamento aberto de conhecimento, contribuindo para fortalecer as comunidades e promover o desenvolvimento econômico endógeno.
Dentre as vantagens que um repositório institucional virtual oferece para uma empresa que participa do processo de produção de conhecimento, é possível citar:
i) Acesso a consolidar um repositório de sua instituição no campo virtual e vincular seus colaboradores e associados para a promoção da autoria na empresa;
ii) Registrar conhecimentos pelos colaboradores e vinculá-los à instituição;
iii) Os recursos educacionais compartilhados, por serem considerados conhecimentos emulam, no conjunto com outros conhecimentos publicados, um estoque de conhecimentos;
iv) Deste estoque de conhecimentos é possível utilizá-los como fonte de aprendizagem e até aplicá-lo ao mercado, processo ao qual o nome é dado inovação;
v) Compartilhar de resultados de pesquisas ou produtos de conhecimento, facilitando a colaboração, o aprendizado mútuo e o desenvolvimento de soluções inovadoras por meio do processo dialético;
vi) Validade e reconhecimento, as publicações feitas pela empresa levam sua marca e atribuem pontos simbólicos como capital social;
vii) Fomento à cultura de inovação, promovendo o acesso a conhecimentos atualizados, o compartilhamento de resultados e a participação em colaborações e networking.
Torres (2005, p. 78): Critica a abordagem educacional centrada no ensino em vez de estar centrada no aluno, argumentando que a aprendizagem é frequentemente confundida com o rendimento escolar, resultando em analfabetismo funcional.
Gardner (1995): Defende uma educação centrada no indivíduo, levando em consideração as diferentes habilidades e inteligências das pessoas, conforme sua teoria das inteligências múltiplas.
Lévy, Pierre (1995, p. 158): Destaca um novo estilo de pedagogia na aprendizagem à distância que favorece tanto as aprendizagens personalizadas quanto a aprendizagem coletiva em rede. Enfatiza a importância do professor como animador da inteligência coletiva dos grupos de alunos.
Freire, Paulo (1987): Critica o sistema de ensino tradicional baseado em uma metodologia bancária que trata o conhecimento como um produto de consumo e defende a aprendizagem à distância como uma alternativa que permite a automação da aprendizagem.
SANTOS (2013): Define Recursos Educacionais Abertos (REA) como materiais de ensino, aprendizado e pesquisa disponíveis em domínio público ou sob licenças de acesso aberto, permitindo o uso gratuito e a reutilização por terceiros.
Heredia, Rodrigues, Vieira (2017): Destacam a história dos REA e seu surgimento como resultado da crise dos periódicos nas décadas de 1970 e 1980, com a ideia de tornar acessíveis as publicações científicas e permitir a difusão e reutilização do conhecimento.
Também mencionam a criação do Creative Commons como uma ferramenta de licenças que permite o compartilhamento livre do material, e o Open Course Ware (OCW) do MIT, que disponibiliza recursos digitais para ensino, aprendizagem e pesquisa.
Santana (2019, p. 16, 30): Destaca o valor da ciência pela sociedade e a ampliação da circulação da informação por meio do acesso aberto. Apresenta a forma como os REA foram abordados na Budapest Open Initiative (2002) e em uma conferência da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e Cultura (UNESCO).
Cronograma:
1º Semestre:
Revisão bibliográfica sobre os Arranjos Produtivos e Inovativos Locais e a teoria de inovação aberta (2 meses).
Análise da aplicação da teoria de Pierre Bourdieu (1 mês).
Definição dos objetivos específicos da pesquisa (1 mês).
2º Semestre:
Seleção das empresas e instituições de ensino para participarem da pesquisa (1 mês).
Realização das práticas de instrução para capacitação no uso da plataforma crieatividade.org (2 meses).
Desenvolvimento da metodologia de avaliação do progresso das empresas e instituições na inovação aberta (1 mês).
3º Semestre:
Implementação das práticas de instrução nas empresas e instituições selecionadas (2 meses).
Coleta de dados sobre a produção e compartilhamento de conhecimento aberto nas instituições participantes (2 meses).
4º Semestre:
Análise dos dados coletados e avaliação do progresso das empresas e instituições na inovação aberta (2 meses).
Elaboração do capítulo de resultados preliminares (1 mês).
5º Semestre:
Aprofundamento da análise dos dados e identificação de tendências e padrões (2 meses).
Discussão dos resultados obtidos com base nos conceitos teóricos e revisão bibliográfica (1 mês).
6º Semestre:
Redação do capítulo de discussão e conclusão (2 meses).
Revisão e formatação do trabalho (1 mês).
7º Semestre:
Revisão final do trabalho e elaboração dos anexos (1 mês).
Preparação da apresentação oral (1 mês).
8º Semestre:
Apresentação e defesa do trabalho (1 mês).
Revisão final do trabalho com base no feedback recebido (1 mês).
Bibliografia:
BARQUERO, Antonio Vázquez. Desenvolvimento Endógeno em Tempos de Globalização. Tradução de Ricardo Brinco. Porto Alegre: Editora UFRGS, 2002.
BRITTO, Jorge Nogueira de Paiva. Cooperação para a inovação. In: Economia da ciência, tecnologia e inovação Fundamentos teóricos e a economia global. 2.ed. Belo Horizonte: FACE – UFMG, 2021.
CASSIOLATO, José Eduardo. LASTRES. Helena M. M. APLs, conhecimento, desenvolvimento e os desafios da colonialidade do saber. RedeSist 20 anos: cooperando, criando conceitos, influenciando políticas e acumulando aprendizados. In: Arranjos produtivos locais: referencial, experiências e políticas em 20 anos da Redesist / organização Marcelo Pessoa de Matos ... [et al.]. - 1. ed. - Rio de Janeiro: E-Papers, 2017.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido, 17ª. Ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1987.
GARDNER, Howard. Inteligências Múltiplas: A Teoria na Prática. Tradução de Maria Adriana Veríssimo Veronese. Editora Artmed, 1995.
HEREDIA, Jimena de Mello; RODRIGUES, Rosângela Schwarz; VIEIRA, Eleonora Milano Falcão. Produção científica sobre Recursos Educacionais Abertos. In: Transinformação, Campinas, 29(1):101-113,jan./abr., 2017 Disponível em: https://doi.org/10.1590/2318-08892017000100010. Acesso em 27 de fevereiro de 2020.
LEVY, Pierre. Cibercultura. Editora 34. Coleção TRANS. 2ª Edição, 2000.
ORGANIZAÇÃO PARA A COOPERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO (OCDE). Manual de Oslo: Diretrizes para a coleta e interpretação de dados sobre inovação. 4 Edição. Paris: OCDE, 2018.
RAPINI, Márcia Siqueira; RUFFONI. Leandro Alves Silva; ALBUQUERQUE, Janaina da Motta. Economia da ciência, tecnologia e inovação: Fundamentos teóricos e a economia global. Coleção População e Economia. Belo Horizonte: Rede Cedeplar, UFMG, 2021.
SANTANA, Laura Passos. Acesso Aberto e Políticas Públicas: um estudo de Repositórios de Recursos Educacionais Abertos no Mercosul, 160p. Universidade de São Paulo. São Paulo, 2019.
SANTOS, Andreia Inamorato dos. Recursos educacionais abertos no Brasil: o estado da arte, desafios e perspectivas para o desenvolvimento e inovação. 2013. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000227970. Acesso em: 28 mar. 2023.
TORRES, Rosa María. Del derecho al acceso al derecho al aprendizaje. In: 12 Tesis para el cambio educativo. Julio 2005. Fe y Alegria.
Kalki Produções